Gotas do Tempo

de Ricardo Loureiro

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Editor: Neolivros

Ano de edição: 2002

Páginas: 55

Categorias: Conto

Sinopse

«Esta é uma colectânea de textos escritos entre 1987 e 1990. Nesses anos o Diário de Notícias publicava todas as terças feiras um suplemento, o DN Jovem, onde jovens escritores e ilustradores podiam colaborar com textos e ilustrações.(...) Hoje este suplemento encontra-se na internet já não sendo publicado em papel. Sinais dos tempos.»

Contos incluídos:

Por Um Nada

Os Substitutos

Cães

A Herança

A Morte da Raposa

Diferentes

NeoGeo ou Um Episódio do Fim do Mundo

Forficula Auricularia

Ele Volta Sempre


Autor


Excerto

Introdução

Esta é uma colectânea de contos escritos entre 1987 e 1990. Nesses anos o Diário de Notícias publicava todas as terças-feiras um suplemento, o DN- Jovem, onde jovens escritores e ilustradores podiam colaborar com textos e ilustrações. O formato era o de temas propostos intercalados todas as semanas com um tema livre. Hoje este suplemento encontra-se na internet já não sendo publicado em papel. Sinais dos tempos.

Comecei a interessar-me pela escrita ficcional quando um dia notei que um dos temas propostos para uma edição futura era o de ficção científica, que leio desde os nove anos de idade. Desejoso de participar, quando cheguei a casa escrevi um mini-conto numa folha de papel e no dia seguinte transcrevi-o para folhas dactilografadas. Na altura trabalhava na Avenida da Liberdade e num pulo fui à sede do jornal entregar em mão o conto. Algumas semanas mais tarde tive uma epifania quando o vi publicado. Penso que só quem passou por sensação semelhante sabe do que falo quando vemos pela primeira vez o nosso nome impresso. Na altura tinha 16 anos e estas são experiências que marcam nestas idades.

Encorajado pelo resultado meti mãos à obra e passei a ser um colaborador regular do suplemento embora participasse sempre para os temas livres, que me deixavam mais à vontade. Nunca me dei bem com temas propostos, nem com linhas orientadoras. Prefiro ser deixado livre de imaginar o que bem me aprouver.