O Tesouro de Yamashita

de Adriano Almeida   

Editor: Neolivros

Ano de edição: 2007

Páginas/Palavras: 75/0

Categorias: Romance

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Sinopse

O leitor, ao confrontar-se com as singelas páginas desta dramática ficção-aventura, ficará com dúvidas: ficção, aventura ou mesmo realidade? O autor, em 1963, entrou numa dessas grutas, usou gasolina dos bidons deixados na Ponta Leste da ilha de Timorpelos nipónicos, das muitas galerias abertas na rocha para a tropa invasora pelos timorenses escravos e logo abatidos, durante a segunda guerra mundial e viajou nas mesmas barcaças de desembarque, em 1963.

Na escuridão mofa e opressora das frias paredes dessas grutas, por onde escorria água, inspirou-se, após ouvir relatos dos datos (chefes tradicionais), vivos naquela época [1963] , para escrever esta trágica página da História de Timor, cuja veracidade poderá ser questionada ou não, mas motivo para estudo e reflexão, para se compreender o passado trágico dessa martirizada ilha, abandonada pelos portugueses (Estado Novo, depois pelo 25/4/1974) e pelo Mundo Todo ao seu Destino - TIMOR - esse primeiro país independente do Século XXI, onde estará enterrado, algures, quiçá para sempre, o Tesouro de Singapura?

Curvo-me perante a memória aos Massacrados de Timor...

O autor

Agosto de 2005

O autor

Adriano Almeida

ADRIANO DE ALMEIDA GOMINHO, nascido em São Nicolau, Cabo Verde, a 15.9.1940, concluiu o curso complementar, antigo sétimo ano, no Liceu Gil Eanes, em São Vicente. Aspirante administrativo na ilha do Fogo, alferes e tenente miliciano em Timor (1963 a 1968), após um curso em Mafra. Administrador de posto do quadro administrativo, adjunto de administrador, tendo administrado os Concelhos de Aileu e de Viqueque, em Timor. Deslocou-se a Portugal, de férias, tendo assistido ao 25 de Abril de 1974.

Por imposição ministerial, apresentou-se em Timor em Setembro de 1974. Regressou a Portugal, com a família, dois dias antes do início da guerra civil naquele território, para ingressar no recém-criado Quadro Geral de Adidos. Em Portugal, exerceu as funções de chefe de secção e, posteriormente, as de Chefe de Repartição da Aviação Civil, após concurso público.

Em 1993, deixou o funcionalismo público, por ter requerido a sua aposentação por motivos de saúde. Dedica-se, actualmente, a relatar as experiências da sua vivência em Timor e Cabo Verde, sob a forma de romances e de narrativas.

Excerto

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