Adriano Almeida

ADRIANO DE ALMEIDA GOMINHO, nascido em São Nicolau, Cabo Verde, a 15.9.1940, concluiu o curso complementar, antigo sétimo ano, no Liceu Gil Eanes, em São Vicente. Aspirante administrativo na ilha do Fogo, alferes e tenente miliciano em Timor (1963 a 1968), após um curso em Mafra. Administrador de posto do quadro administrativo, adjunto de administrador, tendo administrado os Concelhos de Aileu e de Viqueque, em Timor. Deslocou-se a Portugal, de férias, tendo assistido ao 25 de Abril de 1974.

Por imposição ministerial, apresentou-se em Timor em Setembro de 1974. Regressou a Portugal, com a família, dois dias antes do início da guerra civil naquele território, para ingressar no recém-criado Quadro Geral de Adidos. Em Portugal, exerceu as funções de chefe de secção e, posteriormente, as de Chefe de Repartição da Aviação Civil, após concurso público.

Em 1993, deixou o funcionalismo público, por ter requerido a sua aposentação por motivos de saúde. Dedica-se, actualmente, a relatar as experiências da sua vivência em Timor e Cabo Verde, sob a forma de romances e de narrativas.

Obras disponíveis

Em Busca do Taci-Feto

Edição: 2008

Na obra "Em Busca do Taci-Feto" Adriano Gominho prossegue pela temática Timorense igualmente presente em "O Tesouro de Yamashita" e "Timor - Paraíso do Oriente", ambas publicadas pela Neolivros.

O texto é, nas palavras do autor, um romance-aventura onde se propõe "tentar chegar ao fundo ...

O Tesouro de Yamashita

Edição: 2007

O leitor, ao confrontar-se com as singelas páginas desta dramática ficção-aventura, ficará com dúvidas: ficção, aventura ou mesmo realidade? O autor, em 1963, entrou numa dessas grutas, usou gasolina dos bidons deixados na Ponta Leste da ilha de Timorpelos nipónicos, das muitas galerias abe...

Timor - Paraíso do Oriente

Edição: 2006

«Ao fazer a presente narrativa, a minha primeira preocupação foi relatar com rigor uma experiência vivida em Timor, quando a ilha era ainda um Paraíso Perdido e, depois, infelizmente, Terra Mártir dos "Mauberes", para que, um dia, os meus dois filhos, Rui e Luís, nascidos na encantadora e ma...