Desde 2001 que a Neolivros se dedica à publicação online de textos em formato digital - conhecidos por ebooks na língua inglesa - dentro dos mais variados géneros: conto, poesia, romance, ensaio... Disponibiliza obras inéditas, de novos autores que aqui encontram uma forma simples de divulgar o seu trabalho, e igualmente obras clássicas da literatura portuguesa, de grandes nomes como Luís de Camões, Almeida Garrett, Eça de Queirós, entre outros.
O navegante e a flor lunar é uma bela homenagem à Florbela Espanca. O autor nos faz embarcar em uma viagem repleta de sonhos e sentimentos. Seus versos deslizam como pequenos barcos lançados ao mar, nos levando aos lugares mais profundos de sua alma poética.
Esta é sem dúvida, uma das mais belas homenagens à doce e eterna poetisa portuguesa.
Imagine-se uma alma dispersa por entre todas as sombras do obscuro, afastada de todos os sonhos e de todo o alento que ilumina a vida. Que pensamentos vagueariam por essa mente desolada?
Livro de Mágoas é o primeiro livro de Florbela Espanca, editado em 1919. A edição é da responsabilidade de Raul Proença a quem a autora envia os primeiros poemas em 1916, numa colectânea a que chamou «Trocando Olhares».
A obra abre com epígrafe a Eugénio de Castro e Verlaine e Florbela dedica-a ao seu pai, que considera o seu melhor amigo, e à sua alma irmã - o seu irmão.
Amor de Perdição é o romance mais célebre de Camilo Castelo Branco, um dos principais autores do romantismo português, com a primeira publicação em 1862.
Ao longo de uma novela passional, o autor retrata em tom trágico as frustrações da busca da felicidade e do amor. Conta-nos a história amorosa de Simão Botelho e Teresa Albuquerque, um amor proibido, condenado pela rivalidade das respectivas famílias.
Na obra "Em Busca do Taci-Feto" Adriano Gominho prossegue pela temática Timorense igualmente presente em "O Tesouro de Yamashita" e "Timor - Paraíso do Oriente", ambas publicadas pela Neolivros.
O texto é, nas palavras do autor, um romance-aventura onde se propõe "tentar chegar ao fundo do sentir do povo timorense". Ressalva, porém, tratar-de "de uma obra de ficção, baseada em factos verdadeiros. Qualquer semelhança com personagens, vivas, é pura imaginação do leitor..."